Família de Deus

Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus AMIGOS. Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer.

Oie! Que a Paz do Senhor Jesus esteja com você ai no seu trabalho, na sua casa com os seus familiares e amigos.

É muito comum as crianças terem amigos imagináveis, personagens que fazem parte da criatividade dos pequenos sonhadores. Normalmente estes amigos irreais são fortes, poderosos, companheiros pra toda e qualquer hora, aventureiros e acima de tudo são leias, perfeitos para a mente de um garotinho. O problema é que eles NÃO são reais.

Quando a criança se torna adulta, ela despensa este "amigão" imaginável, até porque seria engraçado ver um adulto brincando de lutinha e trocando confidencias com seu amigo invisível, no mínimo acharíamos que o tal
adulto está enlouquecendo. O fato é que os adultos perdem a inocência de acreditar que existe alguém tão perfeito como a imaginação pode criar.

Quando crescemos "enxergamos a vida com os olhos abertos", e isto nos faz desacreditar em muita coisa, não confiamos mais em qualquer pessoa, já não temos um confidente por medo de sermos traídos. A incerteza toma o lugar da fantasia, e depois de tantas punhaladas pelas costas, vemos o quanto é difícil acreditar genuinamente em alguém. E ai, ficamos SÓ!

Mas isso tudo pode mudar ao analisar os versículos acima. O próprio Jesus que é Rei por excelência e Senhor de todos os senhores, diz que não somos servos, porque o servo não é intimo do seu senhor, mas somos AMIGOS (e confidentes) porque conhecemos o que o Pai Celeste revelou a Ele. Jesus ainda diz que o maior amor é Dele, que entregou sua vida pelos seus AMIGOS.

Depois que lemos estes versículos podemos voltar a ser como criança, porque não vemos este Amigo, então Ele é um amigo invisível, Aquele que é Forte, Poderoso, Companheiro, que está conosco há todas as horas, nos permite viver milagres que é melhor do que qualquer aventura, aquele que acima de tudo é Leal, é PERFEITO! A diferença do amigo da infância é que as crianças criam um personagem irreal, mas Jesus mesmo tendo infinitas qualidades e sendo um amigo acima de qualquer suspeita, ELE É REAL, VIVE E REINA PRA SEMPRE E QUER VIVER EM SEU CORAÇÃO E SE TORNAR O SEU MELHOR AMIGO.

Quando temos a amizade deste SUPER AMIGÃO, somos mais que vencedores Nele!

Tenha um maravilhoso dia ao lado de seu melhor AMIGO JESUS.

Grande abraço e até sexta que vem...

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São diversos os problemas e males que afetam diretamente as crianças hoje em dia, principalmente as que nascem de famílias de baixa renda, sem terem sido planejadas, e que se tornam vítima do abandono, da violência e do descaso da sociedade. Às vésperas da data em que se comemora o Dia das Crianças, preparamos uma série de textos que abordam diversos temas deste assunto, convidando todos a uma reflexão.


Eu era uma garota feliz, risonha, linda e tudo se transformou a partir da violência que sofri. Eu tinha três anos de idade e lembro que fui estuprada por um homem de mais ou menos 30 anos, amigo do meu pai. Ele me estuprou de verdade. Consumou o ato sexual, e muitos dizem que é impossível ter lembrança dessa idade. Mas lembro muito bem. Lembro de ter sido levada ao médico, de não querer deixar que ele me examinasse, de ter meus órgãos genitais feridos, afinal, eu era uma criança.”

O relato que você acabou de ler é de Ana Carolina, nome fictício de uma jovem que preferiu não se identificar. Além dela, outras milhares de crianças sofrem abuso sexual todos os dias no País. Para se ter uma ideia, somente no ano de 2007 foram contabilizadas mais de sete mil denúncias de abuso sexual. Já no ano de 2009, esse número saltou para quase 10 mil. Apesar do índice alarmante, ainda há muitos casos escondidos na Região Central e, principalmente, no interior do Brasil e que ninguém consegue imaginar.

Ana Carolina, assim como as demais vítimas de violência sexual, prefere optar pelo silêncio. Muitos dos pais decidem-se pelo isolamento. E acreditam que não falar sobre o assunto com a criança vitimada suavizará o sofrimento da família. Foi o que os pais de Ana Carolina fizeram, imaginando que ela não se lembraria de nada quando crescesse. No entanto, o medo foi a presença mais constante na vida da menina que passou a ter uma adolescência conturbada.

Geralmente, a falta de estrutura familiar impede os pais de observarem comportamentos estranhos nos filhos. Em muitos casos, o abusador dorme no quarto ao lado da criança, podendo ser o próprio pai, tio, padrasto, irmão, avô, vizinho ou amigo da família. E o pior é que nem sempre os pais estão atentos a isso. Com Ana Carolina, por exemplo, o segundo estupro ocorreu quando os pais se afastaram. “Meus pais se separaram e passamos por dificuldades financeiras. Foi quando voltei a sofrer outro estupro por uma pessoa que eu conhecia. Mais uma vez o medo, a vergonha, a culpa se apoderaram de mim, e eu não falei para ninguém. Fiquei trancada na minha dor”. Em situações assim, principalmente na sociedade onde vivemos em que o desejo sexual é estimulado em todos os momentos, a atenção e preocupação com as crianças devem ser redobradas, apesar de ser difícil manter os cuidados em uma família desestruturada.

Músicas, novelas, filmes e até desenhos animados estimulam a libido de muitas pessoas predispostas a esse tipo de satisfação errônea com menores, expondo-os a uma prisão perpétua e cruel para as vítimas. Mesmo assim, apesar de todo alerta, muitos pais, principalmente as mães, induzem, talvez de forma inconsciente, as crianças a uma exposição desnecessária do próprio corpo. É aí que entram muitas roupas chamadas infantis, que vestem a criança de uma sensualidade precoce e que retiram delas aquilo que possuem de mais puro: a inocência.

O alerta deve ser de que o abusador sexual não mede esforços para se satisfazer. Ele utiliza o corpo da criança ou adolescente para se saciar sexualmente através do uso ou não da violência física. Com Ana Carolina, por exemplo, aos três anos de idade o ato sexual aconteceu por completo. A penetração que deveria ocorrer em uma mulher adulta fora consumada em uma criança. Mas há ainda quem desnude, toque, acaricie e leve as crianças a assistir ou participar de práticas sexuais de qualquer natureza, sem que os responsáveis sejam sequer punidos.

O pior de tudo é que além de sofrer o abuso, as crianças ainda tenham que conviver com as lembranças, traumas, medos, culpas e complexos de inferioridade, forçando-as a uma ‘marginalização legal’. E além de viverem presas dentro de si, e marcadas física e emocionalmente pelo passado, ainda tenham que conviver com a hipocrisia social de que o mundo, pelo menos para elas um dia vá melhorar.

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Nossa família

Deus honra os seus servos, ele está conosco!



Família de Deus

João 15. 13,14 e15

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Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus AMIGOS. Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer.

Oie! Que a Paz do Senhor Jesus esteja com você ai no seu trabalho, na sua casa com os seus familiares e amigos.

É muito comum as crianças terem amigos imagináveis, personagens que fazem parte da criatividade dos pequenos sonhadores. Normalmente estes amigos irreais são fortes, poderosos, companheiros pra toda e qualquer hora, aventureiros e acima de tudo são leias, perfeitos para a mente de um garotinho. O problema é que eles NÃO são reais.

Quando a criança se torna adulta, ela despensa este "amigão" imaginável, até porque seria engraçado ver um adulto brincando de lutinha e trocando confidencias com seu amigo invisível, no mínimo acharíamos que o tal
adulto está enlouquecendo. O fato é que os adultos perdem a inocência de acreditar que existe alguém tão perfeito como a imaginação pode criar.

Quando crescemos "enxergamos a vida com os olhos abertos", e isto nos faz desacreditar em muita coisa, não confiamos mais em qualquer pessoa, já não temos um confidente por medo de sermos traídos. A incerteza toma o lugar da fantasia, e depois de tantas punhaladas pelas costas, vemos o quanto é difícil acreditar genuinamente em alguém. E ai, ficamos SÓ!

Mas isso tudo pode mudar ao analisar os versículos acima. O próprio Jesus que é Rei por excelência e Senhor de todos os senhores, diz que não somos servos, porque o servo não é intimo do seu senhor, mas somos AMIGOS (e confidentes) porque conhecemos o que o Pai Celeste revelou a Ele. Jesus ainda diz que o maior amor é Dele, que entregou sua vida pelos seus AMIGOS.

Depois que lemos estes versículos podemos voltar a ser como criança, porque não vemos este Amigo, então Ele é um amigo invisível, Aquele que é Forte, Poderoso, Companheiro, que está conosco há todas as horas, nos permite viver milagres que é melhor do que qualquer aventura, aquele que acima de tudo é Leal, é PERFEITO! A diferença do amigo da infância é que as crianças criam um personagem irreal, mas Jesus mesmo tendo infinitas qualidades e sendo um amigo acima de qualquer suspeita, ELE É REAL, VIVE E REINA PRA SEMPRE E QUER VIVER EM SEU CORAÇÃO E SE TORNAR O SEU MELHOR AMIGO.

Quando temos a amizade deste SUPER AMIGÃO, somos mais que vencedores Nele!

Tenha um maravilhoso dia ao lado de seu melhor AMIGO JESUS.

Grande abraço e até sexta que vem...

Fechando os olhos

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São diversos os problemas e males que afetam diretamente as crianças hoje em dia, principalmente as que nascem de famílias de baixa renda, sem terem sido planejadas, e que se tornam vítima do abandono, da violência e do descaso da sociedade. Às vésperas da data em que se comemora o Dia das Crianças, preparamos uma série de textos que abordam diversos temas deste assunto, convidando todos a uma reflexão.


Eu era uma garota feliz, risonha, linda e tudo se transformou a partir da violência que sofri. Eu tinha três anos de idade e lembro que fui estuprada por um homem de mais ou menos 30 anos, amigo do meu pai. Ele me estuprou de verdade. Consumou o ato sexual, e muitos dizem que é impossível ter lembrança dessa idade. Mas lembro muito bem. Lembro de ter sido levada ao médico, de não querer deixar que ele me examinasse, de ter meus órgãos genitais feridos, afinal, eu era uma criança.”

O relato que você acabou de ler é de Ana Carolina, nome fictício de uma jovem que preferiu não se identificar. Além dela, outras milhares de crianças sofrem abuso sexual todos os dias no País. Para se ter uma ideia, somente no ano de 2007 foram contabilizadas mais de sete mil denúncias de abuso sexual. Já no ano de 2009, esse número saltou para quase 10 mil. Apesar do índice alarmante, ainda há muitos casos escondidos na Região Central e, principalmente, no interior do Brasil e que ninguém consegue imaginar.

Ana Carolina, assim como as demais vítimas de violência sexual, prefere optar pelo silêncio. Muitos dos pais decidem-se pelo isolamento. E acreditam que não falar sobre o assunto com a criança vitimada suavizará o sofrimento da família. Foi o que os pais de Ana Carolina fizeram, imaginando que ela não se lembraria de nada quando crescesse. No entanto, o medo foi a presença mais constante na vida da menina que passou a ter uma adolescência conturbada.

Geralmente, a falta de estrutura familiar impede os pais de observarem comportamentos estranhos nos filhos. Em muitos casos, o abusador dorme no quarto ao lado da criança, podendo ser o próprio pai, tio, padrasto, irmão, avô, vizinho ou amigo da família. E o pior é que nem sempre os pais estão atentos a isso. Com Ana Carolina, por exemplo, o segundo estupro ocorreu quando os pais se afastaram. “Meus pais se separaram e passamos por dificuldades financeiras. Foi quando voltei a sofrer outro estupro por uma pessoa que eu conhecia. Mais uma vez o medo, a vergonha, a culpa se apoderaram de mim, e eu não falei para ninguém. Fiquei trancada na minha dor”. Em situações assim, principalmente na sociedade onde vivemos em que o desejo sexual é estimulado em todos os momentos, a atenção e preocupação com as crianças devem ser redobradas, apesar de ser difícil manter os cuidados em uma família desestruturada.

Músicas, novelas, filmes e até desenhos animados estimulam a libido de muitas pessoas predispostas a esse tipo de satisfação errônea com menores, expondo-os a uma prisão perpétua e cruel para as vítimas. Mesmo assim, apesar de todo alerta, muitos pais, principalmente as mães, induzem, talvez de forma inconsciente, as crianças a uma exposição desnecessária do próprio corpo. É aí que entram muitas roupas chamadas infantis, que vestem a criança de uma sensualidade precoce e que retiram delas aquilo que possuem de mais puro: a inocência.

O alerta deve ser de que o abusador sexual não mede esforços para se satisfazer. Ele utiliza o corpo da criança ou adolescente para se saciar sexualmente através do uso ou não da violência física. Com Ana Carolina, por exemplo, aos três anos de idade o ato sexual aconteceu por completo. A penetração que deveria ocorrer em uma mulher adulta fora consumada em uma criança. Mas há ainda quem desnude, toque, acaricie e leve as crianças a assistir ou participar de práticas sexuais de qualquer natureza, sem que os responsáveis sejam sequer punidos.

O pior de tudo é que além de sofrer o abuso, as crianças ainda tenham que conviver com as lembranças, traumas, medos, culpas e complexos de inferioridade, forçando-as a uma ‘marginalização legal’. E além de viverem presas dentro de si, e marcadas física e emocionalmente pelo passado, ainda tenham que conviver com a hipocrisia social de que o mundo, pelo menos para elas um dia vá melhorar.

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